• Formado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
  • Residência de Neurocirurgia na Santa Casa de Belo Horizonte.
  • Fellow em Radiocirurgia e Neurocirurgia Funcional pela Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA) EUA.
  • Neurocirurgião do Corpo clínico do Hospital Sirio Libanês e Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo
  • Autor do Neurosurgery Blog
  • Autor de 4 livros
  • Colaborador na criação de 11 aplicativos médicos.
  • Editor do Canal do YouTube NeurocirurgiaBR
  • Diretor de Tecnologia de Informação da Associação Paulista de Medicina (APM) 
  • Delegado da Associação Médica Brasileira (AMB)

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Conheça 3 sinais de trombose na perna e 3 fatores de risco. Dr. Julio Pereira – Neurocirurgião São Paulo – Neurocirurgião Hospital Sírio-Libanês

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A trombose na perna é uma condição grave caracterizada pela formação de um coágulo sanguíneo em veias profundas, que pode obstruir o fluxo de sangue e levar a complicações severas. Entre os sinais mais comuns da trombose venosa profunda estão o inchaço em uma das pernas, que pode ser acompanhado de dor localizada e sensação de peso. Além disso, a perna afetada costuma apresentar vermelhidão, aumento da temperatura local e endurecimento da pele, sintomas que indicam inflamação e acúmulo de sangue na região.

É importante destacar que esses sintomas podem variar entre os indivíduos, e em alguns casos a trombose pode ser assintomática, o que dificulta o diagnóstico precoce. A dor associada pode se manifestar como um desconforto latejante ou sensação de pressão, que piora ao movimentar a perna ou ao tocar na área acometida. A presença de veias superficiais dilatadas, conhecidas como varizes, também pode ser um indício.

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da trombose envolvem situações que favorecem a estagnação do sangue, como imobilização prolongada durante viagens ou após cirurgias, trauma local, obesidade e histórico familiar de trombose. Outros fatores incluem o uso de contraceptivos hormonais, tabagismo e a presença de doenças crônicas como câncer e doenças autoimunes que alteram a coagulação sanguínea.

Diante da suspeita ou identificação desses sinais, é fundamental buscar avaliação médica imediata para confirmação do diagnóstico, geralmente realizado por meio de ultrassom Doppler e exames laboratoriais como o D-dímero. O tratamento precoce com anticoagulantes é crucial para prevenir complicações graves, como a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Também é importante adotar medidas preventivas para reduzir os riscos, incluindo a prática de atividades físicas regulares e evitar longos períodos de imobilidade.